Anvisa analisa proposta de Conselho Regional de
Odontologia de SP.
Segundo professor da Unesp de Araraquara, danos são
preocupantes.
Dentistas do Conselho Regional de
Odontologia do Estado de São Paulo (Crosp) encaminharam uma proposta à Agência
Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que pede a proibição do comércio de
produtos ortodônticos pela internet. Segundo o professor Luiz Gandini, da Universidade
Estadual Paulista (Unesp), em Araraquara (SP), a venda facilita o
autotratamento, que pode causar sérios danos e riscos à saúde. “Questão
estética de trocar a borrachinha pode atrasar o tratamento, provocar lesões e
resultar até na perda de dentes”, afirmou.
Aparelhos, borrachinhas, aplicadores, entre outros produtos estão facilmente disponíveis na internet, mas o que aparenta ser comodidade pode representar risco para a saúde. “Os jovens pelo modismo de usarem elásticos, arcos coloridos estão aplicando em si mesmo e até anunciando pela internet para que possam colocar em amigos e colegas e isso provoca um dano praticamente irreparável quando é mal aplicado”, comentou Wilson Chediek, presidente da Comissão de Ética do Conselho.
Aparelhos, borrachinhas, aplicadores, entre outros produtos estão facilmente disponíveis na internet, mas o que aparenta ser comodidade pode representar risco para a saúde. “Os jovens pelo modismo de usarem elásticos, arcos coloridos estão aplicando em si mesmo e até anunciando pela internet para que possam colocar em amigos e colegas e isso provoca um dano praticamente irreparável quando é mal aplicado”, comentou Wilson Chediek, presidente da Comissão de Ética do Conselho.
O estudante Guilherme da Silva gosta de mudar o visual
do aparelho, mas só faz isso no consultório. “Eu nunca me arrisquei a colocar
em casa porque tenho medo que aconteça alguma coisa”, disse.
Já o frentista Carlos de Souza só teve consciência disso
depois de passar um ano sem se consultar com a dentista e nesse tempo fez o
tratamento sozinho. “Eu comprava as borrachinhas e ia trocando, mas começou a
doer”, comentou.
Por causa disso, o tratamento, que deveria estar no fim, vai levar mais tempo. “Os erros mais comuns são a automedicação e o autotratamento, que pode causar danos irreparáveis, porque o tratamento é sério, há uma variedade muito grande de casos clínicos que precisam ser avaliados e com a assessoria de um profissional para indicar os produtos”, alertou o dentista Marcos César Gonçalves.
A regulamentação da Anvisa prevê que apenas a venda de medicamentos pela internet seja proibida, entretanto, não há regras em relação aos produtos ortodônticos. Segundo a assessoria de imprensa, a agência analisa a proposta, mas ainda não apresentou um parecer formal sobre o pedido feito pelo Conselho, que alerta que o tratamento ortodôntico deve ser feito apenas por profissionais.
Por causa disso, o tratamento, que deveria estar no fim, vai levar mais tempo. “Os erros mais comuns são a automedicação e o autotratamento, que pode causar danos irreparáveis, porque o tratamento é sério, há uma variedade muito grande de casos clínicos que precisam ser avaliados e com a assessoria de um profissional para indicar os produtos”, alertou o dentista Marcos César Gonçalves.
A regulamentação da Anvisa prevê que apenas a venda de medicamentos pela internet seja proibida, entretanto, não há regras em relação aos produtos ortodônticos. Segundo a assessoria de imprensa, a agência analisa a proposta, mas ainda não apresentou um parecer formal sobre o pedido feito pelo Conselho, que alerta que o tratamento ortodôntico deve ser feito apenas por profissionais.
(fonte: g1.com)
Nenhum comentário:
Postar um comentário